domingo, 9 de fevereiro de 2014

Eu prefiro arrepender-me do que não fiz do que não ter tentado ...

Quantas vezes você já ouviu a frase: Ah! Se arrependimento matasse ...

Pois é ... quantos de nós já não se arrependeu de tantas coisas; quantos de nós não deixou de ser feliz por medo de arriscar, ou por medo de tentar, ou por timidez? Quantos de nós naquele exato momento não tremeu e não teve coragem de dizer: - Eu te amo! Quantos de nós não se arrepende até hoje de não ter beijado e abraçado um pai, uma mãe, um avô ou um filho que agora já morreu e não pode mais ser beijado?  Quantos de nós não esqueceu de um aniversário ou de uma data importante e tudo que importava para aquela pessoa não era o presente ou o parabéns, mas ouvir a sua voz? Quantos de nós não esqueceu de dizer para seu filho que você gostava dele, mas que você não tinha tempo para ele  e hoje ele não tem tempo para você porque o tempo dele é do álcool ou das drogas? Quantos de nós não pensou que não era importante estudar nem pensar no futuro, e hoje reclama do trabalho que tem e da falta de dinheiro? Quantos de nós não abriu mão de buscar sua própria felicidade, arriscando mais, confiando mais em si  mesmo e hoje não amarga uma insatisfação pessoal e uma sensação de tempo perdido e de vida ingrata? Quantos de nós não se arrepende profundamente de não ter amado mais, de não ter sorrido mais, de não ter confiado mais, de não ter arriscado mais, de não ter vivido mais?

Pois é ... desde que o homem se conhece por homem, que ele convive com esse velho fantasma chamado arrependimento, que muitas vezes se transforma em remorso, depois se transforma em frustração, que se transforma em revolta e que finalmente vira ódio. Mas ódio de quem? Ódio de você mesmo que por covardia estragou sua própria vida. Sim, porque a única pessoa do mundo que pode estragar sua vida é você mesmo. Comece agora mesmo a fazer as coisas que gostaria de fazer, para não ter que se arrepender amanhã.

 Viva intensamente o hoje, para amanhã, não se arrepender do ontem ... 

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